O Dia 1… é o grupo de quem vive a dependência por dentro. Encontro ao vivo comigo todo domingo, 10h. O primeiro é por minha conta.
Faz a triagem — 1 minutoVocê não precisa prometer pra sempre. Só as próximas 24 horas.
Todo mundo que chega aqui já prometeu que ia parar. Prometeu pra mãe, pra mulher, pro filho, pro espelho do banheiro às três da manhã. E depois quebrou a promessa e carregou a vergonha de ter quebrado — que é o que te empurra pro próximo uso.
Eu fiz isso por dezesseis anos. Não parei porque alguém me convenceu, nem porque achei força de vontade escondida em algum lugar. Parei quando deixei de estar sozinho com aquilo.
Não é força de vontade. É estrutura. É ter onde chegar no domingo de manhã e dizer em voz alta como foi a semana, sem ninguém fazendo cara feia.
Recaiu ontem? Então hoje é dia 1. E aqui ninguém recomeça sozinho.
— LéoSão três perguntas, um minuto. Ninguém além de mim lê. No final eu te digo, com sinceridade, se o grupo é o lugar certo pra você agora — e o que fazer se não for.
Faz a triagem →Ninguém se segura sozinho. Nem eu me segurei.
Usei por dezesseis anos. Tô limpo há seis. No meio do caminho eu virei conselheiro certificado — não pra ter diploma na parede, mas porque eu queria entender o que tinha acontecido comigo.
Hoje eu faço as duas coisas: sei o que a literatura diz e sei o que é acordar querendo usar. Sou o único criador brasileiro que junta credencial técnica com recuperação vivida e assumida em público.
Por isso o grupo não tem tom de palestra. É homem falando com homem sobre a semana que passou, com alguém na sala que já esteve exatamente onde você está.
Eu não vou te prometer cura. Vou estar lá todo domingo.
— Léo
Uma hora e meia no Zoom. Câmera aberta ou fechada, você decide. Quem quer falar fala, quem só quer ouvir também é bem-vindo.
Só quem tá na mesma caminhada. É onde você escreve às onze da noite quando a vontade aperta — e alguém responde.
Não é conteúdo genérico de internet. É o que eu vejo acontecendo com vocês na semana, escrito pra segurar o meio da semana.
Escorregão aqui não é expulsão nem vergonha. É assunto. Ninguém sai do grupo por ter usado — sai por escolha própria.
Não. Se você tá usando hoje, você pode entrar hoje. O grupo é pra quem quer sair, não pra quem já saiu. A única coisa que eu peço é que você não apareça no encontro sob efeito — não por regra moral, mas porque você não vai aproveitar nada.
Não substitui nada. É apoio. Se você faz acompanhamento profissional ou frequenta NA, continue — o grupo soma. Se você não tem nada disso e sua situação é grave, eu te digo isso na triagem e te oriento sobre o próximo passo.
Não. Nada do que você fala no grupo ou escreve na triagem sai dali. Nem pra sua família, nem pra ninguém. A confidencialidade é a base — sem ela o grupo não funciona.
Não precisa de nenhum dos dois. Tem gente que passou três encontros só ouvindo, de câmera fechada, e depois começou a falar. Isso é normal e é bem-vindo.
Você aparece no domingo seguinte e conta. Só isso. Escorregão aqui é assunto do grupo, não motivo de expulsão nem de vergonha. Metade da sala já passou por isso — eu inclusive.
Pela própria Hotmart, em dois cliques, quando quiser. Sem fidelidade, sem multa, sem precisar me pedir permissão.
Fala isso na triagem — tem uma pergunta específica sobre o melhor horário pra você. Começamos domingo 10h, mas o horário definitivo eu ajusto pelo que a maioria do grupo puder.
Tem: o A Família que Fica…, meu grupo pra famílias de quem vive o vício, que se encontra às segundas às 19h. São grupos separados de propósito — cada um precisa de um lugar onde possa falar sem o outro ouvindo.
Você não precisa acertar o resto da vida hoje. Precisa aparecer domingo às dez.
Faz a triagem — 1 minuto